...Minhas têmporas formigam com preocupações dos deveres inacabados,
A acidez gástrica com que regurgito minhas palavras tão clássicas!
É de mera coincidência o que abasta minhas letras de drama, É de fato o mal que assombra a terra.
Escrava; doente; sobrevivendo por sobre as vidas podres dos que nela habitam ...
...Todos já escutaram de diversas latrinas, versos rimados com lágrimas .
De dor, de piedade, de que plantam estas lástimas.
Mas a fim de que gotejo este lamento?
A fim de penalizar-me eu! De minhas tolas e lastimáveis gotas de miséria.
O mal tem esse dom supremo,
Faz orgulhos caírem por terra.
As chagas terrenas são só ilusões baratas de felicidade!
segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Noite Mística

Noite Mística
O tempo hoje para...
O galo acaba de cantar o soneto que anuncia.o fim da madrugada, o tic-tac do segundeiro a minha frente.diz que é hora de voltar a minha cova, onde meu sarcófago me espera.
Já faz tempo que não me alimento do conhecimento dos outros. Isso faz com que eu sinta uma beira de mudança.
Em meu momento de relação a sós posso me resguardar em meus pensamentos mais profundos e ver que algo morre dentro de mim, aos poucos, está em coma profundo, com falência de alguns de meus velhos hábitos. O curioso é que as pessoas mais próximas a mim começam a notar que há algo de estranho no ar... Mas não falam sobre.
Estou encasulado até o outono, esperando o momento de liberdade que chega com o frio. Estou ganhando um momento místico doloroso, de lenta transição, mas de ganho divino.
Quando o equinócio de outono chegar, já vou ter amadurecido minhas novas metas e então começar o meu ano.
O cheiro do ar se renova. A todo nano segundo os olhares de abandono já não perturbam mais a minha inquietude que faz com que eu me mova mais velozmente à procura do esotérico, como se meu umbigo fosse a porta e minha mente a chave para começar a expedição ao meu interior... O mais breve possível.
Despeço-me da madrugada, feliz, pois o dia que se anuncia logo trará uma nova felicidade aos meus sentidos, e isso é o que faz, e isso é o que traz o sentido de vagar por esta terra com o amor que carrego comigo.
O galo acaba de cantar o soneto que anuncia.o fim da madrugada, o tic-tac do segundeiro a minha frente.diz que é hora de voltar a minha cova, onde meu sarcófago me espera.
Já faz tempo que não me alimento do conhecimento dos outros. Isso faz com que eu sinta uma beira de mudança.
Em meu momento de relação a sós posso me resguardar em meus pensamentos mais profundos e ver que algo morre dentro de mim, aos poucos, está em coma profundo, com falência de alguns de meus velhos hábitos. O curioso é que as pessoas mais próximas a mim começam a notar que há algo de estranho no ar... Mas não falam sobre.
Estou encasulado até o outono, esperando o momento de liberdade que chega com o frio. Estou ganhando um momento místico doloroso, de lenta transição, mas de ganho divino.
Quando o equinócio de outono chegar, já vou ter amadurecido minhas novas metas e então começar o meu ano.
O cheiro do ar se renova. A todo nano segundo os olhares de abandono já não perturbam mais a minha inquietude que faz com que eu me mova mais velozmente à procura do esotérico, como se meu umbigo fosse a porta e minha mente a chave para começar a expedição ao meu interior... O mais breve possível.
Despeço-me da madrugada, feliz, pois o dia que se anuncia logo trará uma nova felicidade aos meus sentidos, e isso é o que faz, e isso é o que traz o sentido de vagar por esta terra com o amor que carrego comigo.
domingo, 20 de janeiro de 2008
Soul

Soul
Bruma, no ar que vem de ti
Soul
Terra da nuvem onde repousa tua beleza
Soul
Água que sacia tua sede de prazer
Soul O silêncio que agride teu ouvir nas madrugadas
Soul
Alma negra mas não de corpo inteiro
Soul
O que renuncia o sol, para viver a luz da lua
Assim Soul, terra, ar, água
Tudo que quebra o igual do dia a dia
Assim você me ama ou me odeia
Bruma, no ar que vem de ti
Soul
Terra da nuvem onde repousa tua beleza
Soul
Água que sacia tua sede de prazer
Soul O silêncio que agride teu ouvir nas madrugadas
Soul
Alma negra mas não de corpo inteiro
Soul
O que renuncia o sol, para viver a luz da lua
Assim Soul, terra, ar, água
Tudo que quebra o igual do dia a dia
Assim você me ama ou me odeia
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